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Simples Nacional para Lucro Presumido - Planejamento tributario e gestão fiscal - Vila Formosa
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Transição do Simples Nacional para Lucro Presumido: Quando e Como Fazer

A expansão de uma empresa é o objetivo de todo empreendedor. No entanto, o aumento no faturamento traz a necessidade de reavaliar as estruturas fiscais do negócio. A transição do simples nacional para lucro presumido é um passo decisivo que deve ser planejado com antecedência para evitar surpresas no caixa e pagamentos excessivos de tributos. Embora o Simples Nacional seja excelente para fases iniciais, as alíquotas progressivas das últimas faixas de faturamento podem tornar o regime extremamente caro para empresas em ritmo de crescimento contínuo. Neste guia, explicaremos quando vale a pena mudar de regime, os prazos legais para solicitar a migração e os cuidados operacionais indispensáveis nesse processo. Entendendo os Limites do Simples Nacional O limite de faturamento bruto anual para enquadramento no Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões. Contudo, existe um sublimite estadual e municipal de R$ 3,6 milhões para recolhimento do ICMS e do ISS dentro da guia única (DAS). Quando a empresa ultrapassa esses valores, a cobrança dos impostos municipais ou estaduais passa a ser feita por fora do Simples, gerando uma complexidade operacional equivalente à dos regimes tradicionais. Para consultar a legislação atualizada sobre enquadramentos e tabelas progressivas, você pode acessar a página oficial do Portal do Simples Nacional. Como Identificar o Momento Certo da Migração A decisão de mudar para o Lucro Presumido não depende apenas do estouro do teto de faturamento. Em muitos casos, a migração é vantajosa mesmo para empresas que ainda estão longe de atingir o limite legal. Considere a mudança nas seguintes situações: Comparativo Prático: Simples Nacional vs. Lucro Presumido Para compreender a diferença de impacto financeiro entre os dois modelos, analise a tabela abaixo com um exemplo focado em uma empresa de serviços faturando R$ 180.000,00 mensais: Indicador de Comparação Simples Nacional (Anexo V – Faixa 4) Lucro Presumido (Serviços) Base de Cálculo do Imposto Faturamento Bruto Total Margem Presumida (32%) Alíquota Efetiva Estimada Aprox. 16,0% a 19,5% Aprox. 13,33% a 16,33% (PIS/COFINS/ISS/IRPJ/CSLL) Imposto Mensal Estimado R$ 31.500,00 R$ 25.794,00 Resultado para o Caixa Maior impacto financeiro Economia estimada de R$ 5.706,00/mês A economia gerada pela transição planejada pode garantir o capital necessário para contratação de equipe, investimentos em tecnologia ou ampliação física do espaço de trabalho. Cuidados Operacionais Durante a Transição A mudança de regime tributário exige adequações em toda a rotina contábil e fiscal da empresa. Não se trata apenas de alterar uma opção no sistema da Receita Federal. Prazos e Momentos de Opção A opção pelo Lucro Presumido é confirmada no pagamento da primeira guia de IRPJ do ano-calendário, geralmente referente ao primeiro trimestre. A alteração no sistema do Simples Nacional deve ser formalizada até o último dia útil de janeiro do ano em que a mudança passará a vigorar. Emissão de Notas Fiscais e Parametrização de Sistemas No Lucro Presumido, o destaque de impostos nas notas fiscais obedece a regras diferentes. É necessário reconfigurar o sistema emissor de notas para que o PIS, COFINS e ISS sejam apurados conforme as alíquotas do novo regime, evitando erros de preenchimento. Notícias sobre cenários econômicos e projeções de mercado para empresas de médio porte podem ser acompanhadas pelo portal G1 Economia. Como Fazer a Migração sem Sobressaltos Para garantir que a transição ocorra sem sobressaltos ou riscos de autuações fiscais, siga estas recomendações básicas: Para assegurar uma avaliação estratégica completa e transitar entre regimes tributários com total apoio técnico, acesse a home page da Comodata Organização e conheça nossa estrutura de atendimento. Para mais detalhes sobre como estruturar a saúde financeira da sua operação na Vila Formosa e região, acesse nossa página dedicada ao serviço de planejamento tributário na Vila Formosa e tire suas dúvidas. Conclusão: Planejamento é a Chave para o Crescimento Superar os limites iniciais do seu negócio é um marco positivo que demonstra a força da sua empresa. No entanto, o crescimento deve vir acompanhado de inteligência fiscal para evitar que o aumento do faturamento seja corroído por tributos desnecessários. Agende uma análise da sua estrutura tributária atual e descubra se a transição para o Lucro Presumido é o caminho certo para alavancar os seus resultados no próximo exercício. Siga-nos no Instagram @comodataorganização

Conheça os 4 Motivos para Ter um Acordo de Sócios na Empresa. Gestão jurídica e societária na Vila Formosa
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Conheça os 4 Motivos para Ter um Acordo de Sócios na Empresa

Muitas sociedades começam com um aperto de mãos e uma amizade de longa data e é justamente aí que mora o perigo. Sem regras claras por escrito, qualquer divergência entre sócios pode se transformar em um processo judicial capaz de travar a empresa por anos. Neste artigo, explicamos o que é a gestão jurídica e societária, por que o contrato social sozinho não é suficiente e os 4 principais motivos para formalizar um acordo de sócios antes que um conflito apareça. Sua gestão jurídica e societária na Vila Formosa! O que é Gestão Jurídica e Societária? A gestão jurídica e societária é a área responsável por estruturar toda a base legal de uma empresa: elaboração e revisão de contratos, acordos entre sócios, atas de reunião, procurações e demais documentos que regulam as relações internas e externas do negócio. Ela também cuida da governança corporativa, garantindo que as práticas adotadas pela empresa estejam alinhadas às normas legais e às melhores diretrizes de gestão, desde os direitos e deveres de cada sócio até as regras de sucessão em caso de saída, aposentadoria ou falecimento de um dos envolvidos. Contrato Social x Acordo de Sócios: qual a diferença? Essa é uma confusão comum entre empresários. O Contrato Social é o documento básico, obrigatório para o registro da empresa, ele formaliza a existência jurídica do negócio, mas costuma ser genérico. Já o Acordo de Sócios (ou Acordo de Quotistas) é o documento que realmente protege os interesses de cada parte: define cláusulas de saída, critérios de avaliação da empresa, política de distribuição de lucros e regras específicas para situações de conflito. Ter apenas o Contrato Social é como dirigir sem cinto de segurança, funciona até o dia em que algo dá errado. Os 4 Motivos para Ter um Acordo de Sócios na Sua Empresa 1. Prevenção de conflitos entre sócios A maior causa de encerramento prematuro de empresas promissoras não é falta de mercado, é conflito societário. O acordo de sócios define, com clareza, os direitos e deveres de cada parte, reduzindo drasticamente a chance de disputas judiciais que podem paralisar a operação por meses ou até anos. 2. Blindagem patrimonial e proteção do negócio Uma estrutura societária bem desenhada protege o patrimônio pessoal dos sócios em caso de dívidas ou processos envolvendo a empresa. Isso inclui desde a separação clara entre bens pessoais e empresariais até estratégias mais avançadas, como a criação de holdings patrimoniais. 3. Planejamento sucessório tranquilo O que acontece com a empresa se um sócio falecer, se aposentar ou simplesmente quiser sair do negócio? Sem um planejamento sucessório definido previamente, essa transição costuma gerar disputas entre herdeiros e sócios remanescentes. Um bom acordo já prevê regras claras de saída, avaliação (Valuation) e continuidade da operação, evitando que a empresa fique refém de uma indefinição jurídica. 4. Mais valor e credibilidade para captar investimento Empresas com governança corporativa bem estruturada e regras societárias claras têm mais facilidade para acessar crédito bancário e atrair investidores. Uma estrutura organizada aumenta o Valuation do negócio e transmite segurança para quem está avaliando entrar como sócio ou financiar o crescimento da empresa. Cláusulas que Todo Acordo de Sócios Deveria Ter Além das regras gerais de convivência societária, um bom acordo de sócios costuma incluir cláusulas específicas que fazem toda a diferença na hora de um imprevisto. As cláusulas de Tag Along e Drag Along, por exemplo, regulam o que acontece quando um sócio decide vender sua parte para terceiros, protegendo tanto quem vende quanto quem permanece na sociedade. Já as regras de não concorrência evitam que um ex-sócio abra um negócio concorrente logo após deixar a empresa, usando know-how e contatos construídos internamente. Outro ponto frequentemente esquecido é a definição de critérios objetivos de avaliação da empresa (Valuation), que evitam disputas subjetivas sobre “quanto vale a minha parte” no momento de uma saída ou entrada de novo sócio. Reorganização Societária: quando faz sentido? Em alguns momentos da vida da empresa, a estrutura societária original deixa de fazer sentido, seja pelo crescimento do negócio, pela entrada de um novo sócio estratégico ou pela necessidade de separar operações diferentes sob CNPJs distintos. Nesses casos, entram em jogo processos de fusão, cisão ou incorporação, sempre acompanhados de perto por quem entende tanto da parte contábil quanto da jurídica, para que a reorganização não gere passivos tributários inesperados. Gestão Jurídica e Societária na Vila Formosa: por que contar com apoio local Questões societárias raramente são resolvidas com modelos genéricos encontrados na internet. Cada sociedade tem sua própria dinâmica, seus próprios riscos e seus próprios objetivos de longo prazo. Por isso, contar com uma equipe que una conhecimento contábil e jurídico faz diferença real na hora de estruturar (ou reestruturar) uma sociedade. A Comodata Organização atua há mais de 20 anos entre contabilidade e direito, oferecendo suporte completo em gestão jurídica e societária para empresas da Vila Formosa e região. Isso inclui desde a elaboração de acordos de sócios e quotistas até o planejamento sucessório, holdings familiares e a reorganização societária completa do seu negócio. Como Estruturar a Governança da Sua Empresa Se a sua empresa ainda opera apenas com o Contrato Social básico, ou se você já percebeu sinais de desalinhamento entre os sócios, o momento de agir é antes que o conflito apareça, nunca depois. Conheça a página completa de Gestão Jurídica e Societária da Comodata e entenda como funciona o processo de estruturação de acordos e governança corporativa. Quer entender melhor como funciona o planejamento sucessório, a criação de holdings ou a reorganização societária da sua empresa? Acesse a página de Gestão Jurídica e Societária da Comodata e fale com a equipe especializada. Proteger a sociedade da sua empresa hoje é a forma mais segura de garantir que ela continue de pé amanhã, com ou sem você à frente dela. Siga-nos no Instagram @comodataorganizacao

Simples Nacional em setembro de 2026: O prazo que sua empresa não pode perder
Área Fiscal, Sem Categoria

Simples Nacional em Setembro de 2026: O Prazo Que Sua Empresa Não Pode Perder

Se você tem uma microempresa ou empresa de pequeno porte enquadrada no Simples Nacional, setembro de 2026 é uma data que precisa estar marcada em vermelho no seu calendário. Pela primeira vez na história do regime, as empresas precisarão tomar duas decisões importantes em um único mês. Quem não agir dentro do prazo ficará sujeito a uma configuração tributária que pode não ser a mais vantajosa para o seu negócio. A mudança é consequência direta da Reforma Tributária, conforme a Lei Complementar 214 de 2025 e a Resolução CGSN 186 de 2026, e afeta todas as empresas optantes pelo Simples Nacional. Neste artigo, vamos explicar de forma clara o que mudou, quais são as decisões que precisam ser tomadas e por que a orientação do seu contador é indispensável antes de setembro. O que mudou no Simples Nacional com a Reforma Tributária A Reforma Tributária criou dois novos tributos que substituirão gradativamente os impostos atuais. A CBS, Contribuição sobre Bens e Serviços, substitui o PIS e a Cofins. O IBS, Imposto sobre Bens e Serviços, substitui o ICMS e o ISS. A partir de 2027, toda empresa do Simples Nacional passará a recolher o IBS e a CBS. A grande novidade é que agora existe uma escolha técnica: pagar esses tributos dentro do DAS, o boleto único do regime, ou fora do DAS, pelo regime regular não cumulativo. Essa escolha precisa ser feita em setembro de 2026 e não pode ser revertida após novembro do mesmo ano. As duas decisões cruciais para setembro de 2026 A Resolução CGSN 186 de 2026 estabelece que, entre 1 e 30 de setembro de 2026, as empresas precisarão decidir sobre duas questões distintas pelo Portal do Simples Nacional. Decisão 1: opção pelo Simples Nacional para 2027 Historicamente, as empresas confirmavam sua adesão ao Simples Nacional em janeiro. Isso mudou. A partir de agora, a opção pelo regime para o ano calendário de 2027 precisa ser formalizada em setembro de 2026, produzindo efeitos a partir de 1 de janeiro de 2027. Quem já está no Simples e não tem pendências pode confirmar a permanência. Quem está no regime ordinário e quer migrar precisa solicitar a opção neste mesmo período. Decisão 2: IBS e CBS por dentro ou por fora do DAS No mesmo período, as empresas precisam decidir como vão recolher o IBS e a CBS em 2027. Veja o comparativo abaixo: Consequências de não agir dentro do prazo Se a empresa não tomar nenhuma ação até 30 de setembro de 2026, a empresa continua no Simples Nacional, mas o IBS e a CBS passam a ser recolhidos obrigatoriamente por dentro do DAS. O problema não é ficar no padrão, já que para muitas empresas essa é a melhor escolha. O risco é manter o padrão sem ter analisado se essa é realmente a alternativa mais eficiente para o seu perfil de operação. Se depois de setembro você perceber que o regime regular seria mais lucrativo, a próxima janela de opção só abre em março de 2027. Existe possibilidade de reverter a decisão Sim, mas dentro de um prazo curto. A resolução prevê uma válvula de segurança: tanto a opção pelo Simples Nacional quanto a opção pelo regime regular podem ser canceladas de forma irretratável até o último dia de novembro de 2026. A partir de dezembro, as escolhas se tornam definitivas para o primeiro semestre de 2027. MEI precisa decidir em setembro Não. O microempreendedor individual não é afetado por essa mudança. O MEI permanece no seu regime próprio, com recolhimento em valores fixos mensais, e a opção continua sendo feita em janeiro de cada ano. O regime híbrido de IBS e CBS tem relevância exclusiva para microempresas e empresas de pequeno porte. Esta é a novidade mais importante e a que exige mais atenção. No mesmo período, de 1 a 30 de setembro de 2026, as empresas precisam decidir como vão recolher o IBS e a CBS em 2027. Veja o comparativo abaixo: Característica Por dentro do DAS (Padrão) Por fora do DAS (Regime Regular) Forma de Recolhimento Boleto único do Simples Nacional Guias separadas pelo regime ordinário Geração de Crédito Não gera crédito tributário para terceiros Gera créditos na cadeia produtiva Perfil Mais Indicado Vendas diretas ao consumidor final (B2C) Vendas para outras empresas (B2B) Importante destacar que esta escolha vale apenas para o primeiro semestre de 2027, indo de janeiro a junho. A decisão poderá ser revisada em março de 2027 para o segundo semestre. Quem se beneficia com cada opção de recolhimento Empresas com foco no consumidor final (B2C) Para comércios de bairro, prestadores de serviço a pessoas físicas, clínicas e restaurantes, o recolhimento por dentro do DAS tende a ser mais adequado. Seus clientes não aproveitam crédito de IBS e CBS, então a geração de crédito não é um fator competitivo direto. Empresas com foco em outras empresas (B2B) Atacadistas e fornecedores de insumos podem encontrar no recolhimento por fora do DAS uma estratégia competitiva. Empresas do Lucro Real e do Lucro Presumido preferem comprar de fornecedores que geram mais crédito tributário. Mas atenção: a decisão certa depende do faturamento real e de uma simulação numérica baseada nos dados da sua empresa. Por que consultar seu contador antes de setembro A Reforma Tributária transformou o que era uma decisão simples em uma estratégia dupla. A escolha sobre IBS e CBS não deve ser tomada com base em regras genéricas. Um planejamento tributário feito antes de setembro permite simular os dois cenários, identificar a necessidade de crédito dos seus clientes e avaliar a sua capacidade administrativa. Comodata Organização: suporte especializado para sua empresa A Comodata Organização está preparada para orientar cada cliente sobre a melhor escolha para setembro de 2026. Nossa equipe analisa o seu perfil de operação, simula os cenários de IBS e CBS e apresenta a recomendação baseada nos seus números reais. Não deixe essa decisão para a última hora. Clique no Banner abaixo e fale com a nossa equipe. Siga-nos no Intagram: @comodataorganizacao

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